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Balanço Geral da Câmara de Juazeiro do Norte - Vereadores Capitão Vieira e Beto Primo discutem na sessão

Entre críticas ao projeto de aterro sanitário à atuação da Secretária de Saúde, vereadores acabaram entrando em assuntos pessoais

 

   Imagens: Lucas Vieira/Agência Cariri Ensi

Agência Cariri Ensi

Durante a sessão desta quinta-feira (21) na Câmara Municipal de Juazeiro do Norte, os vereadores voltaram a abordar o projeto de aterro sanitário derrubado na última sessão. De acordo com os vereadores, o veto tem como único motivo a existência de uma clausula que dá a possibilidade do município taxar a população pelo lixo.

Os vereadores falaram sobre as notícias espalhadas, inclusive pelo prefeito Glêdson Bezerra, de que o veto do projeto traria um prejuízo de R$ 20 milhões ao município. A Câmara esclarece que, além de nunca ter recebido um relatório de impacto econômico, não é contra o aterro sanitário, mas o projeto só será aprovado se excluída a possibilidade de taxa a população. É válido lembrar que os vereadores de base também votaram contrário.

Além do aterro sanitário, outro tópico da sessão foi o trabalho prestado pela IDAB e a Secretaria de Saúde. O vereador Janú voltou a apontar a baixa qualidade do serviço prestado pela IDAB, trazendo denúncias de trabalhadores da área da Saúde sobre falta de material, e o vereador Ivanildo trouxe novas reclamações sobre a Secretária de Saúde, que ignora ligações dos vereadores e apelos da população carente.

Nesse momento, o vereador Beto Primo falou que para ser recebido pela Secretária precisa ser parente do Capitão Vieira. Beto se referia a uma ocasião em que o Capitão havia agradecido a Secretária por ter atendido a sua mãe. Capitão Vieira subiu o tom e disse que a única vez que falou com a Secretária foi quando precisava saber se sua mãe, que tem uma doença autoimune poderia receber a vacina de Covid-19, e que o vereador não envolvesse seus familiares no assunto. A discussão entre os vereadores durou por mais alguns minutos até os microfones serem cortados.

Ainda na sessão, foi apresentado um projeto para a criação da sede da Acrece (Associação dos Contabilistas da Região do Cariri), que existe desde 2018 e atuou com afinco durante a pandemia, e precisa de terreno para espaço e clube do contabilista, auditório e sala de treinamento.






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