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Farmácia de SP acusada de homofobia por chamar publicitário de 'Gaylileu' paga R$ 40 mil de indenização e Justiça arquiva caso

Em 2021, Galileu Araujo Nogueira, de 33 anos, recebeu mensagens por celular e cupons de desconto com seu nome grafado com a letra 'y'. Neste mês a Droga Raia fez acordo com o publicitário para pagar o valor a título de indenização por dano moral. Caso foi revelado em março.

Imagens: Reprodução/ Redes Sociais 

Uma tradicional rede de farmácias que no ano passado foi acusada de homofobia por ter chamado um publicitário de "Gaylileu" aceitou fazer neste mês um acordo e pagou R$ 40 mil, a título de indenização por danos morais, para a Justiça arquivar o caso. Metade desse dinheiro foi pago à vítima e os outros R$ 20 mil foram para uma ONG que abriga jovens LGBTQIAP+ na capital paulista.

Em 2021, Galileu Araujo Nogueira passou a receber mensagens da Droga Raia por SMS do celular e cupons de desconto para medicamentos, com seu nome escrito com a inclusão da letra "y", formando a palavra "gay", ao lado da sugestão do remédio que ele usava. Antes disso, o nome do cliente era grafado corretamente nos recados que recebia.
Em março deste ano, o publicitário de 33 anos, que é homossexual, denunciou a discriminação que sofreu nas redes sociais. O g1 divulgou o caso. Ele postou fotos dos cupons e as mensagens que recebeu da farmácia em seu perfil no Instagram:
"Droga Raia: Gaylileu o NORVOSAC 5 MG 30 S deve estar acabando. Compre pelo site ou na Droga Raia mais prox (p/sair envie PARE)", informa o SMS recebido em 19 de março de 2021 sobre o medicamento controlado que toma para hipertensão.

Reprodução: G1

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